sábado, 11 de novembro de 2017

PROJETO LIBRAS, ALFABETIZAÇÃO E INCLUSÃO.

ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA VEREADOR ANTÔNIO ALVES

PROFESSORA: DANIELA MAGALHÃES MILITÃO
INTERPRETE: NÉSIA BEZERRA






LIBRAS, ALFABETIZAÇÃO E INCLUSÃO.







GIRAU DO PONCIANO – AL, 28 DE AGOSTO DE 2017.
MILITÃO, Daniela Magalhães, LIBRAS, ALFABETIZAÇÃO E INCLUSÃO. 2017. Projeto de inclusão. Escola Municipal de Educação Básica Vereador Antônio Alves. Girau do Ponciano – AL, 2017.



RESUMO

É através da linguagem que as pessoas interagem, dessa forma, é correto afirmar que a inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais auditivas na escola regular, muitas vezes, encontra obstáculos. Assim, para que ocorra a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais auditivas na escola regular, é importante privilegiar os processos comunicativos dentro desse contexto. Este projeto apresenta o ensino da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS aos alunos ouvintes de uma classe regular do ensino fundamental I, 5º ano, EMEB Vereador Antônio Alves, pretendendo-se a divulgação da língua, a fim de promover a inclusão e a permanência de alunos surdos na escola regular, de modo a assegurar a preparação dos alunos surdos para sua inclusão na sociedade. Constatou-se a importância do aprendizado da LIBRAS, para a inclusão do surdo, como também para ampliar a aquisição de conhecimentos e possibilitar a troca de informações entre todos os participantes do processo inclusivo.

Palavras-chave: LIBRAS - INCLUSÃO.









SUMARIO

3.3 OBJETIVOS .......................................................................................................... 8
3.4 CONTEÚDOS ....................................................................................................... 8
3.5 METODOLOGIA ................................................................................................... 9
3.6 TEMPO PARA DESENVOLVIMENTO DO PROJETO......................................... 9
3.7 RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS .............................................................. 9
3.8 AVALIAÇÃO ......................................................................................................... 9
REFERÊNCIAS ..........................................................................................................14











INTRODUÇÃO

Este projeto, elaborado e realizado em uma turma de 5º ano, na Escola Municipal Educação Básica Vereador Antônio Alves, Rede Municipal de Girau do Ponciano, estado de Alagoas. O grupo de alunos, com a faixa de idade entre 10 e 12 anos, tem um aluno surdo incluído. A criança surda é acompanhada por uma interprete de LIBRAS, porém tinha dificuldade de interação com os outros alunos da turma por utilizar uma língua diferente. Em contrapartida, o contato com a criança surda e a presença da interprete de LIBRAS na sala despertou nos alunos ouvintes grande interesse em aprender a LIBRAS. A partir dessas constatações foi criado um projeto de ensino de LIBRAS, como segunda língua, para as crianças ouvintes. o objetivo desse projeto é ensinar Libras alfabetizando e ao mesmo tempo incluindo, também demonstrar que é possível a aprendizagem de crianças ouvintes, apresentar de forma prática a comunicação de surdos e auxilia-los na conquista da sua autonomia juntamente no processo de ensino-aprendizagem e enriquecer a literatura sobre surdos e sua comunicação.















2          REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Lei 10.436/2002, regulamentada pelo decreto 5.626/2005:
Art. 15, a educação do aluno Surdo, deve ser feito em LIBRAS e a modalidade escrita [...] como segunda língua para alunos Surdos, devem ser ministrados em uma perspectiva dialógica, funcional e instrumental.
A inclusão do aluno surdo na escola regular deve contemplar mudanças no sistema educacional e uma adaptação no currículo com alterações nas formas de ensino, metodologias adequadas e avaliação que condiz com as necessidades do aluno Surdo; requer também elaboração de trabalhos que promovam à interação em grupos na sala de aula e espaço físico adequado a circulação de todos (Frias 2010, p.13). O aluno surdo estando na escola cabe ao professor e a escola criar condições para que esse aluno se desenvolva e tenha oportunidades iguais aos alunos ouvintes, mesmo que existam desafios.
  O Bilinguismo é uma proposta de metodologia de ensino que torna acessíveis duas línguas no contexto escolar. A língua portuguesa deve ser instrumental, ensinada como segunda língua, tendo o intuito de propiciar ao aluno Surdo habilidades de leitura e escrita (FREIRE, 1998). O bilinguismo como proposta pedagógica, provoca mudanças no sistema político educacional visando uma aprendizagem e desenvolvimento pleno do Surdo.
Justificado esta proposta pela necessidade de se buscar uma educação igualitária, favorecendo o aluno acesso aos conteúdos escolares.
Vygotsky afirma que,
[...] o aprendizado desperta vários processos internos de desenvolvimento, que são capazes de operar somente quando a criança interage com pessoas em seu ambiente e quando em cooperação com seus companheiros. Uma vez internalizados, esses processos tornam-se parte das aquisições do desenvolvimento independente da criança (VYGOTSKY, 2007 p. 101)
Embora já esteja bem documentada na literatura a importância da aprendizagem de uma segunda língua na infância, raramente vemos a Língua Brasileira de Sinais (Libras) sendo utilizada como segunda opção para crianças ouvintes. Paralelamente, há um crescente número de estudos internacionais que revelam as vantagens especiais do aprendizado de línguas de sinais por pessoas sem deficiência auditiva.
Ao ensinar a Língua de Sinais para crianças pretendemos oferecer a elas não somente as vantagens e os benefícios comprovados em pesquisas internacionais, mas de promover a Libras, de aprender sobre a cultura surda e, sobretudo, a possibilidade de poder se comunicar com seus pares diferentes valorizando a diversidade desde a educação infantil.
Considera-se que há algum tempo o ensino da Libras para ouvintes tem ocorrido em escolas de surdos com o objetivo principal de ensinar os familiares a se comunicarem com os surdos. No entanto, com o Decreto nº 5.626/05, a Libras surge como componente curricular obrigatório nos cursos de formação de professores e fonoaudiólogos, e opcional para outros cursos de nível superior. Esta regulamentação, ocorrida através deste decreto, apresenta-se como alavanca na constituição de cursos e materiais didáticos no ensino da Libras para ouvintes.
Assim, para pensar em uma aprendizagem efetiva da língua de sinais por pessoas ouvintes é importante que estes mantenham contato com sujeitos surdos de maneira a praticar aquilo que aprenderam. Com isso, o processo de significação da utilização da Libras acontece quando se tem um contexto favorável, através do contato com a comunidade surda.
O processo de aquisição da língua de sinais como segunda língua por ouvintes deve se fundamentar no intuito de priorizar o ensino de sinais de forma contextualizada, buscando o sentido da palavra atribuído em cada contexto. Durante este processo torna-se possível perceber as especificidades da Língua Portuguesa e da Libras, atuando no campo das diferenças e também das semelhanças.





3. PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
3.1 TEMA:  LIBRAS, ALFABETIZAÇÃO E INCLUSÃO.
3.2 JUSTIFICATIVA
A Língua é fator importante da identidade da pessoa. Os pais e as pessoas que convivem com as crianças ouvintes lhes garantem a aquisição e o desenvolvimento natural de uma língua. A criança ouvinte através da audição desenvolve sua fala.
A aquisição natural de uma primeira língua favorece situações de aprendizagem em todos os meios, na família, na escola. Enquanto a criança ouvinte esta se beneficiando de todas as formas de comunicação oral, das trocas com as pessoas e com o ambiente, a criança surda apresenta um atraso em seu desenvolvimento a ponto de se pensar que ela tem um comprometimento mental ou alguma doença, crianças surdas sempre estarão em desvantagem quando procurarem aprender a língua falada em geral. Este e o efeito mais incapacitante da surdez, uma diferença na aquisição da língua falada. Mas o desenvolvimento cognitivo das crianças surdas não precisa depender de seu desempenho na língua oral. Com o uso da língua de sinais podem desenvolver normalmente suas inteligências para poderem levar vidas produtivas, autossuficientes, desenvolvendo uma autoimagem positiva e gozar do respeito de seus pares.
A língua de sinais implica em que o surdo tenha mais rápido contato com a representação de sua identidade.
Se nós ouvintes considerarmos a surdez uma diferença, ao invés de uma deficiência, se as ajudássemos a desenvolver os recursos necessários para substituir a audição pela visão, o mundo das pessoas surdas será diferente. Será um mundo também diferente para as pessoas ouvintes.
O projeto que propomos é o do bilinguismo não somente para o surdo, mas também tornando necessário o aprendizado do ouvinte na linguagem dos sinais. Partimos do conhecimento de que as Línguas de Sinais são as verdadeiras línguas maternas dos surdos.
Este projeto vai ajudar e possibilitar ao surdo a apreensão do mundo exterior dando-lhe condições para entendê-lo e posicionar-se criticamente perante os outros, tornando-se um agente transformador na sociedade.

3.3 OBJETIVOS
Objetivo geral
O projeto foi elaborado com o propósito de melhorar as interações da turma com o aluno surdo e, proporcionar aos alunos ouvintes a aprendizagem de uma segunda língua. Além disso, o ensino da LIBRAS teve o objetivo de sensibilizar os alunos quanto as diferenças e incentivá-los a utilizar a LIBRAS no cotidiano da turma.
Objetivos específicos
·         Conhecer a importância da língua em LIBRAS para a inclusão do surdo na sociedade;
·         Desenvolver o espírito de cidadania;
·         Aguçar a curiosidade dos alunos e o gosto em aprender a ler uma língua diferente;
·         Oportunizar o fortalecimento da autoestima e construção da identidade e autonomia.
3.4 CONTEÚDOS
- Alfabeto e Números;
- Hino de Girau em Libras e o Hino Nacional.
- Cumprimentos;
- Diálogos simples do dia a dia;
- Cores;
- Material escolar;
- Disciplinas;
- Animais;
- Contos, fábulas e cantigas;
- Pronome;
- Substantivo;
- Adjetivos;
- Verbos.
  3.5 METODOLOGIA
As aulas serão ministradas pela interprete professora Nésia Bezerra e a professora Daniela Magalhães Militão, sendo a primeira parte um momento sobre a comunidade surda, aspectos linguísticos e gramática da Libras, a segunda para o ensino de sinais divididos por tema/assunto e a terceira em criação de diálogos, dinâmicas e em atividades  que exigiam memorização, como os Hinos de Girau do Ponciano e o Nacional.

3.6 TEMPO PARA AREALIZAÇÃO DO PROJETO:  4 Meses

3.7 RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS
Recursos materiais: Imagens, cartazes, DVD,
Recursos Humanos: Professora: Daniela Magalhães Militão; Interprete: Nésia Bezerra


3.9 AVALIAÇÃO
O processo de avaliação será efetivado através da observação dos alunos durante as aulas, a participação nas diferentes tarefas e na motivação na execução de sinais quando proposto.
Até o presente momento os alunos participam efetivamente das aulas, além de todas apresentarem aspectos positivos de aprendizagem. Observa-se que a maioria dos alunos aproximou dos surdos, confirmando a hipótese que a língua é uma barreira na comunicação.






REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e dá outras providências.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Decreto nº 5.626, de 22 de Dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002.
VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo. 7ª Ed. Martins Fontes. 2007.



terça-feira, 26 de abril de 2016

Projeto: Valores Humanos na Escola

Objetivo geral

            Possibilitar situações para que o educando possa desenvolver os valores humanos existentes no seu ser, para que esse possa interagir  de forma integral, participando e agindo, dentro de uma moral e ética responsável, contribuindo para uma relação verdadeira permeada por princípios morais.

Objetivos específicos

  • Resgatar no aluno certos valores como: Paz; Respeito; Convivência; Colaboração; Atenção; Honestidade; Responsabilidade; Generosidade;
·         Integrar os valores humanos com as atividades de sala de aula e assuntos abordados, ajudando o educando a perceber o quanto podem ser úteis e importantes para a comunidade, levando seu saber e seu carinho;
·         Promover momentos de confraternização, ressaltando a importância do “estar com” e o “viver junto”, da preocupação pelo outro, se colocar no lugar do outro, melhorando a auto-estima do nosso aluno;
·         Promover a igualdade entre as pessoas, utilizando a relevância social na ação dos alunos, resgatando atitudes de colaboração, participação, responsabilidade, tolerância, sensibilidade e comprometimento na escola e na vida.
·         Auxiliar os alunos no exercício do compromisso, do trabalho em grupo e da defesa dos direitos humanos, formando consciência dos valores humanos;
·         Desenvolver a auto-estima e o respeito;
·         Reconhecer que a paz é uma conquista diária por meio de nossas ações;
·         Respeitar os diferentes, identificando e repelindo o Bullying ou qualquer outro tipo de desrespeito;
·         Proporcionar momentos com atividades lúdicas que desenvolva a atenção, concentração e socialização dos alunos;
·         Promover encontros para troca de experiências e ideias entre professores;
·         Envolver a comunidade escolar, para colocar em pratica os assuntos discutidos;
3.5 CONTEÚDOS

Conteúdos conceituais
·         Fazer com que o aluno assuma responsabilidades, fazendo-o pensar sobre o que significa ser honesto;
·         Fazer com que os alunos preste atenção nas regras de convivência, pensando no respeito que tem pelo outro e por si mesmo;
·         Que o aluno perceba que na vida é importante se tornar uma pessoa responsável para que os outros possam confiar;
·         Que o aluno aprenda o significado de compartilhar as coisas, de forma prazerosa e saiba sinceramente o que significa ser generoso;
·         Convidar o aluno a pensar sobre a importância de estar sempre atento;
·         Pensar sobre o que significa colaborar com as outras pessoas;

Conteúdos procedimentais
·         Leituras de livros;
·         Questionamentos;
·         Dramatizações, pedir que contem experiências que já tiveram com o tema escolhido;
·         Levar o aluno a refletir, ajudando-o a pensar;
·         Pedir para que representem os seus sentimentos através de textos e desenhos;
·         Pesquisar com pais, amigos, vizinhos ou parentes o que sentiram em certas situações;
·         Proporcionar gincanas e jogos, proporcionando a reflexão.

Conteúdo atitudinais
·         Que o aluno adquira responsabilidade, colaborando em casa ou na escola por si mesmo;
·         Que o aluno comece a perceber que as normas devem ser respeitadas;
·         Que o aluno perceba a importância do auto-respeito;
·         Que os alunos percebam as conseqüências de mentir;
·         Que o aluno se sinta incentivado a aceitar o desafio de sua capacidade de ser responsável, fazendo mais e melhor aquilo a que se dedica;
·         Que os alunos percebam a importância de se ter boas maneiras, para garantir um convívio agradável;
·         Que o aluno trabalhe e brinque junto com os colegas, percebendo que a colaboração beneficia a todos que convivem no mesmo ambiente;
·         Que possa ser um agente transmissor e multiplicador de valores, tanto com a família quanto com os amigos.



3.6 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO

·         Apresentação de filmes e palestras relacionados ao tema;
·         Apresentação de seminário;
·         Debate em sala;
·         Trabalho com cartazes;
·         Trabalho com músicas;
·         Jogos e brincadeiras;
·         Produção de peça teatral sobre o Bullying e suas conseqüências na escola e na vida;

Língua portuguesa
·         Conversa sobre o tema;
·         Relatos de experiências vividas;
·         Pesquisas;
·         Leitura e produção de textos;
·         Elaboração de textos espontâneos;
·         Elaboração e apresentação de teatro que apresente os temas estudados;
·         Trabalhar as histórias dos livros:

- A bola da vez; Raymundo Netto
- Pinote o fracote e Janjão, o fortão; Fernanda Lopes de Almeida
- Laís, a fofinha; Walcyr Carrasco
- Se liga Charles! Vincent Cuvellier. Ed Edições SM;
- “Felisbela, cara de... Paulo Debs
- A ararinha do bico torto; Walcyr Carrasco

Matemática
·         Ideias de quantidades;
·         Classificação;
·         Noção de número;
·         Situações problemas envolvendo o tema;
·         Estatísticas (resultado da pesquisa);
·         Gráficos;

Arte
·         Dobradura;
·         Desenhos e pinturas;
·         Confecção de cartazes;
·         Recortes e colagem;
·         Músicas;
·         Danças;
·         Painéis.

Ciências
·         Alimentação;
·         Pesquisa;
·         Vídeos instrucionais;
·         Registros;

Geografia e História
·         Construção de regras;
·         Deveres e direitos dos alunos;
·         Regionalismo e diferenças culturais;
·         Grupo de amigos, família e comunidade;



Educação física
·         Jogos de cooperação (ativos e passivos);
·         Resgate de brincadeiras infantis.


3.7 TEMPO PARA A REALIZAÇÃO DO PROJETO
Este projeto tem a duração de dois meses. Deve ser realizado durante o 1º bimestre.
As atividades deveram ser realizadas de forma interdisciplinar com duração de 1 a 4 horas

3.8 RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS

·         Toda a equipe escolar: Direção, coordenação, corpo docente, merendeiras, pessoal dos serviços gerais, comunidade, pais e responsáveis.
·         Livros;
·         Cd´s;
·         Aparelho de som;
·         Televisão;
·         DVDs;
·         Data show;
·         Painéis;
·         Cordas;
·         Pião;
·         Peteca;
·         Bolas de gude;

3.9 AVALIAÇÃO

              A avaliação deverá realizar-se de forma contínua, mediante observação, considerando o processo não o produto. Observando a participação do aluno na realização das atividades.
              Espera-se que o aluno se torne um agente transmissor e multiplicador dentro de sua família, vizinhança e com os demais amigos, assuma seu papel como agente cultural, que sabe qual o seu papel na comunidade.

              A avaliação também está no próprio resultado do trabalho, verificando o aprendizado e desenvolvimento da oralidade e da expressividade. 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

PLANO DE AULA - HIGIENE E SAÚDE BUCAL

PLANOS DE AULA – INTERVENÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
PLANO DE AULA 1

Tema/atividade: Higiene e Saúde Bucal / Artes
Idade/turma: 3 e 4 anos – Pré I

Conteúdos: Higiene do corpo

Objetivos:
- Adotar hábitos de auto cuidado, respeitando as possibilidades e limites do próprio corpo;
- Possibilitar o desenvolvimento da coordenação motora para pintura.

Procedimentos metodológicos: Iniciar a abordagem do tema em uma roda de conversa para observar o nível de conhecimento de cada uma criança sobre o assunto, no decorrer da conversa será apresentado um cartaz com ilustrações. Posteriormente deverá ser realizada uma atividade de colorir a fim de consolidar o conceito trabalhado, os materiais utilizados podem ser giz de cera ou lápis de cor. Espera-se por meio desta atividade desenvolver habilidades de coordenação motora, percepção visual e percepção sensorial.
Recursos:
- Papel oficio;
- Cartolina;
- Lápis piloto;
- Lápis de cor;

Avaliação: Avaliar a participação nas discussões e conversas na roda de conversa. Espera-se por meio desta atividade desenvolver habilidades de coordenação motora, percepção visual e percepção sensorial.

PLANO DE AULA 2

Tema/atividade: Higiene e Saúde Bucal/  Jogo

Idade/turma: 3 e 4 anos – Pré I

Conteúdos: Cuidados pessoais

Objetivos:
- Levar o aluno a perceber a necessidade de adquirir bons hábitos de higiene;
- Estimular a atenção e a concentração.

Procedimentos metodológicos: Apresentar paródias de músicas infantis para proporcionar o desenvolvimento da lucidade, com a finalidade de de despertar a atenção e o interesse dos alunos.  Depois apresentar um jogo da memória para que as crianças possam trabalhar de forma cooperativa.

Recursos:

- Jogo da Memória;
- Músicas;

Avaliação: Deve ser realizada de forma qualitativa e contínua, na qual se leva em consideração o que as crianças apreendem dos conceitos trabalhados por meio de sua participação na aula e na realização das atividades.


PLANO DE AULA 3


Tema/atividade: Higiene e Saúde Bucal/ Jogo

Idade/turma: 3 e 4 anos – Pré I

Conteúdos: Bem estar e cuidados para evitar doenças.

Objetivos:
- Identificar doenças causadas por falta de higiene;
- Conceituar a relevância dos cuidados com: nariz, orelhas, unhas e cabelos para a manutenção da saúde e promoção do bem estar.

Procedimentos metodológicos: Expor um cartaz com imagens da turma da Mônica sobre doenças causadas por falte de higiene, e como evitá-las, conversar sobre o que é Bem estar e cuidados a serem tomados. Cantar e brincar usando a música o sapo não lava o pé. Depois debater sobre o que foi exposto. Após o recreio realizar uma pintura relacionada com o conteúdo trabalhado, usando a pintura para fazer um quebra-cabeça, para eles montarem.

Recursos:
- Atividade xerocada;
- lápis de cor;
- Quebra-cabeça.

Avaliação: Observando o que as crianças apreendem dos conceitos trabalhados através de sua participação na aula e nos jogos, na realização das atividades individuais e em grupo.

PLANO DE AULA 4

Tema/atividade: Higiene e Saúde Bucal/ Brincadeira

Idade/turma: 3 e 4 anos – Pré I

Conteúdos: Cuidados com os dentes e alimentação.

Objetivos:
- Informar aos alunos sobre os cuidados com a saúde bucal
- Discutir as formas de higiene  bucal;
- Apresentar a importância da escovação dos dentes sempre após as refeições.
Procedimentos metodológicos: Apresentar a história “O batalhão da limpeza”, que fala sobre um dentinho de leite que sofria muito com os ataques das bactérias,  logo após apresentar uma atividade sobre o que foi contado na história, pretende-se trabalhar a importância de se escovar os dentes sempre após as refeições. As crianças podem  colorir a atividade com tinta guache utilizando pincel ou o dedo, brincar de amarelinha produzida com desenhos sobre o tema. Finalizar a aula com uma conversa sobre o que foi exposto, avaliando o que o aluno aprendeu com as atividades realizadas.

Recursos:
- Tinta guache;
- Pincel;
- Atividade xerocada;
-  Amarelinha.

Avaliação: Através de observação nos diálogos sobre a participação e aquisição de conhecimento, expostos na roda de conversa.

PLANO DE AULA 5

Tema/atividade: Higiene e Saúde Bucal/ Matemática

Idade/turma: 3 e 4 anos – Pré I

Conteúdos: Material para limpeza do corpo

Objetivos:
- Estimular para a prática correta de tomar banho, cortar as unha e cabelos;
- Utilizar de forma correta os materiais usados na higienização do corpo.

Procedimentos metodológicos: Fazer uma demonstração de material de limpeza, utilizados para higiene do corpo e demonstração da utilização dos materiais, havendo dramatização por parte dos alunos através de encenação com o corpo dos próprios alunos em sala de aula. Ouvindo a música chuveiro de Patati e Patatá, cantar e fazer a coreografia da música.
Recursos:
- Músicas;
- Escova de Dente;
- Creme dental;
- Sabonete;
- Pente;
- Tesourinha;
Cotonete;
- Toalhinha;

Avaliação: Deve ser realizada de forma qualitativa e contínua, na qual se leva em consideração o que as crianças apreendem dos conceitos trabalhados por meio de sua participação na aula e na realização das atividades.


PLANO DE AULA 6


Tema/atividade: Higiene e Saúde Bucal

Idade/turma: 3 e 4 anos – Pré I

Conteúdos:  Higiene no ambiente escolar.

Objetivos:
- Reconhecer que o corpo suja e que há necessidade de cuidados de higiene diários;
- Discernir que a sujeira procede do próprio corpo e também do ambiente;
Procedimentos metodológicos: confeccionar um cartaz coletivo para a exposição no mural da escola, utilizando tudo o que foi trabalhado nesses 6 dias com recortes, colagens desenhos e as atividades xerocadas. Pedir para que eles próprios expliquem as atividades que realizaram.


Recursos:
- Papel 40;
- Revistas para recorte;
- Livros para recortes;
- Tesourinha sem ponta;
- Cola.


Avaliação:  Ao longo de todo o processo, através das atividades desenvolvidas, das
brincadeiras e cooperação em grupo conforme o interesse de cada criança.